mães artesãs

Conheça duas histórias de mães artesãs e guerreiras para se inspirar

O artesanato tem se reinventado ao longo dos tempos e, a cada dia, tornado-se uma ferramenta de mudança em muitas histórias de mulheres que viraram mães artesãs. Isso porque conciliam a maternidade e o trabalho em casa, organizando com maior flexibilidade os seus horários. 

Que as mulheres têm a incrível capacidade de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, já sabemos. Entretanto, muitas, com a chegada da maternidade, resolvem dar uma virada em suas vidas, deixando os seus trabalhos formais e apostando na carreira de artesã.

Neste post, vamos conhecer cases inspiradores de mulheres que fizeram essa mudança. Hoje, elas são felizes e realizadas fazendo o que, além de gerar prazer, garante uma renda significativa no final do mês.

Há todo um caminho para que essa mudança aconteça, e é isso que queremos mostrar a você. Continue a leitura e se inspire!

Por que investir em artesanato?

Investir em artesanato vai muito além de visar o lucro ou somente o ganho financeiro. Essa atividade milenar traz, primeiramente, uma satisfação pessoal em criar peças com as próprias mãos, colocando um carinho a mais em cada detalhe e tornando essa prática uma verdadeira terapia.

Aliado a isso, o mercado de artesanato movimenta R$ 50 bilhões por ano na economia nacional, afinal, é realizado por milhões de brasileiros que têm se descoberto nesse mercado. 

Dentre os muitos cases que poderíamos citar aqui, escolhemos contar a história de duas mães artesãs, que assim como muitas mulheres, buscam aliar a maternidade, a satisfação pessoal e, claro, garantir sua independência financeira.

Nos próximos tópicos, vamos conhecer a história de Mariana Felix e de Karina Silva de Oliveira Philippi. Ambas deixaram os seus trabalhos formais para ser artesãs. 

Como tudo começou?

Por vezes, o contato com o trabalho manual se inicia como uma fonte de renda extra. “A minha história com artesanato começou em 2008. Eu estava cursando faculdade e precisava fazer aquele dinheirinho para xerox, material, livro, passagem. Enfim, eu sempre gostei muito dessa área”, relata Mariana, lembrando-se de suas primeiras peças.

Com o passar do tempo, teve outros empregos em diversas áreas. Contudo, foi em 2013, com complicações na gravidez, que Mariana deixou seu emprego para se dedicar a cuidar do bebê e de sua saúde. 

Quando a sua filha, Sophia, já estava com três meses, cansada da dependência financeira desde que deixara seu último trabalho, Mariana começou a planejar como fazer algo para ocupar o seu tempo e ainda trazer uma renda.

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“A única coisa que vinha na minha mente era o artesanato, pois eu já tinha mexido com isso e eu sabia que aquilo era o caminho para alguma coisa”, complementou.

Como ingressar no artesanato?

Foi aí que ela resolveu voltar ao quilling a arte de enrolar papel —, pois, além de já saber fazer, havia ganho algum dinheiro na época de faculdade, como falamos. No entanto, sentindo que não era aquilo o desejado, Mariana começou a sua procura por meio das redes sociais.

“Comecei a pesquisar outros tipos de artesanato e descobri o feltro. Dava para fazer tanta coisa, costurando a mão”, lembra. Suas primeiras peças foram marcadores de páginas feitos a partir desse material. Contudo, ela sentiu a necessidade de melhorar o acabamento de seus produtos e aperfeiçoá-los, já que se tornaria a sua fonte de renda principal.

Como se especializar?

Sem dúvida, cursos de especialização podem impulsionar o seu trabalho e, consequentemente, as suas vendas, trazendo um nível mais técnico e dicas importantes e necessárias nesse nicho. Foi sentindo essa necessidade que Mariana, mesmo já criando e produzindo suas peças, conheceu a eduK e seus cursos. “A eduK teve um papel fundamental no meu crescimento”, comenta animada a mãe artesã.

O início

Já no caso de Karina — naturóloga, com especialização em acupuntura, e doula — desde que se lembra de sua infância, tem memórias de artesanato, pois sua irmã fazia tricô e sua mãe costumava confeccionar algumas roupas para as filhas. Entretanto, foi conciliando o trabalho com a área de artesanato que ela tem se encontrado.

Começou fazendo sling e fraldas, então, viu o seu trabalho crescer. “Eu sou doula e tinha toda aquela questão do sling que eu estava usando e adorando, e veio a ideia de fazer as fraldas também, eu já até usava na Aurora”, acrescenta Karina.

O primeiro passo

Como tudo em seu início, há dificuldades, portanto, no caso de mudar uma rotina são necessárias algumas adaptações. “Foi um começo bem difícil, mas eu consegui e decidi ficar em casa para poder fazer as fraldas no tempo hábil que eu tinha. Fui adaptando a rotina para fazer as fraldas”, confessou.

Por outro lado, como todo esforço, traz consigo um bônus de resultado. Com Karina não foi diferente e, hoje, ela vê toda a sua dedicação valer a pena. “Estou buscando a ajuda de outras costureiras para me ajudarem nesse crescimento”, relata orgulhosa, com brilho nos olhos, de ver seu trabalho rendendo frutos.

Investindo em cursos

Do mesmo modo como aconteceu com Mariana, Karina também sentiu, à medida que fazia suas peças, a necessidade de se especializar e investir em cursos da área, trazendo uma maior qualidade ao seu trabalho.

Os cursos necessários não são apenas de como produzir, mas ainda de como colocar no mercado o seu produto. “Tenho assistido bastante curso sobre marketing na eduK. Eles trazem o Instagram, o Facebook, como administrar o negócio, e cresci muito em relação a esses assuntos”, conta animada.

Em ambos os cases que conhecemos hoje, essas mães artesãs conciliam bem as duas funções. Apesar de todos os obstáculos encontrados no caminho, com entusiasmo, garra e força de vontade, elas superaram tudo, além de encontrarem novos caminhos e alternativas para seguirem em frente.

Venha você também fazer parte desse time de sucesso! Quem sabe podemos contar a sua história em outra oportunidade, que tal? Para isso, conheça nossa variedade de cursos de artesanato. Temos as melhores opções para impulsionar sua carreira.

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