Pela segunda vez seguida, a eduK aparece no ranking da Time das maiores EdTechs do mundo, divulgado em julho de 2026 pela revista americana em parceria com a Statista. É uma notícia boa de contar, mas o motivo pelo qual ela importa não está numa tabela: está nas mais de 9 milhões de pessoas que já passaram por algum curso da eduK e, muitas delas, mudaram de vida a partir disso.
O que você vai encontrar neste artigo:
Um reconhecimento que também é seu
Se você já fez um curso de confeitaria, artesanato, moda ou empreendedorismo na eduK, esse reconhecimento também é seu. O ranking da Time avalia empresas de tecnologia educacional pela saúde financeira e pelo impacto real de seus produtos, cruzando dados de receita com métricas de uso e alinhamento a critérios de impacto social. Na edição de 2026, 500 empresas entraram na lista final, escolhidas entre 6,5 mil analisadas em todo o mundo. Em 2025, quando a eduK entrou pela primeira vez, o corte foi de 350 empresas dentro de um universo de mais de 7 mil.
Repetir presença nas duas edições coloca a eduK ao lado de nomes como Duolingo, líder da lista deste ano, e Coursera, e também perto de outras brasileiras conhecidas do investidor, como Cogna e Afya. Mas o critério que mais pesa na nota final da Statista não é o tamanho da empresa: é o quanto ela entrega de valor real para quem usa.
Histórias que não cabem em número
Números de ranking dizem uma coisa. As histórias de quem estuda na eduK dizem outra, mais concreta.
Anakelly Mariano, moradora de São Mateus, na zona leste de São Paulo, começou a fazer cursos de confeitaria depois do nascimento da segunda filha, quando percebeu que seria difícil voltar para a área de vendas. Ela aprendeu a precificar produtos e calcular custos, e resume o resultado dizendo que conseguiu “transformar minha paixão em um negócio lucrativo”, segundo relato ao Jornal do Brás. No primeiro ano vendendo bolos e doces, já faturou mais de R$ 8 mil só na Páscoa.
A arquiteta Dayane Furtado viu seus planos de carreira travarem numa crise econômica. Endividada, pediu dinheiro emprestado ao pai para pagar o curso e passou a se dedicar aos cursos de confeitaria como forma de se reinventar profissionalmente.
Já Zoraya, artesã, foi além de assinante: passou a usar o material da eduK para dar aulas às próprias alunas em seu ateliê, onde hoje também confecciona brinquedos educativos.
Tem muito mais gente com histórico parecido nas playlists Histórias de Sucesso e #euquefiz, no canal da eduK no YouTube. Vale a pena assistir com calma: são pessoas comuns contando, com as próprias palavras, o que um curso online mudou na rotina delas.
Por que a eduK existe do jeito que existe
Desde 2021, a eduK pertence à Mind Lab, grupo que também trabalha com educação socioemocional em escolas. A entrada da eduK no grupo levou a Mind Lab a olhar também para quem já passou da idade escolar e precisa de uma qualificação rápida para entrar ou voltar ao mercado de trabalho. Foi esse olhar que guiou o catálogo a crescer para mais de 3,2 mil cursos, hoje espalhados entre gastronomia, artesanato, moda, beleza, fotografia e negócios.
Ivan Pereira, co-CEO da Mind Lab, resume isso dizendo que “a educação é a base para a transformação do Brasil”. Para ele, promover inclusão e ascensão social é o que guia esse trabalho.
E se a próxima história for a sua?
O ranking da Time é uma boa notícia. Mas o teste de verdade acontece na cozinha de quem está aprendendo a precificar um bolo, na mesa de corte de quem está criando o primeiro molde de roupa, ou no computador de quem está montando a primeira proposta de consultoria. Se você está com um curso pausado no seu perfil da eduK, talvez esse seja o empurrão que faltava para voltar. E se você já tem uma história parecida com a da Anakelly ou da Dayane, ela merece ser contada também.